O termo droga se origina da palavra “droog” – do holandês antigo significando “folha seca”; isto porque, antigamente, quase todos os medicamentos eram feitos à base de vegetais. Na linguagem popular, “droga” tem um significado de coisa ruim sem nenhuma qualidade. Em linguagem médica, droga é qualquer substância capaz de modificar a função dos organismos vivos, resultando em mudanças fisiológicas ou de comportamento (portanto, quase sinônimo de medicamento).
Esse problema é um na sociedade moderna. Atualmente se discute bastante a legalização controlada dessas substancias em alguns países e em outros ela já foi aprovada totalmente ou parcialmente.
Em Amsterdã, Holanda, as drogas são vendidas em farmácias, porém situa-se em um país minúsculo de baixa população e renda per capita altíssima, então a razão deles liberarem e regulamentarem a quantidade de cada tipo de droga que pode ser adquirida diariamente evitando a overdose e outros problemas deve-se a fiscalização tanto na venda quanto na compra e tratamento dos viciados. No Brasil a situação é mais complicada, pois por sua população ser cerca de aproximadamente 11 vezes maior do que a do país europeu e sua área ser mais que 205 maior, a vistoria tornar-se-ia mais difícil.
Muitos defensores da liberação parcial das drogas no Brasil pregam que com essa ação, o tráfico e a violência iriam diminuir. Porém o problema de vender drogas no mercado livre é que, apesar de serem proibidos de comprar, os menores poderão ter acesso a elas com mais facilidade e os mesmos não tem consciência plena da realidade, muito menos de conseqüências do uso desses "produtos".
Além do que, encontra-se grande dificuldade em restringir/proibir a venda de tabaco, álcool e outros produtos nocivos para menores (um garoto pode comprar cigarro hoje em dia na padaria alegando que é "pro meu pai"), imagine então a dificuldade de estabelecer um sistema proibindo venda a menores, sem corrupção para os vendedores de maconha, cocaína, êxtase, e craque, produto mais nocivos ainda.
Com a descriminalização controlada, haveria encorajamento das mulheres grávidas a consumir essas drogas, e o feto seria bastante prejudicado com essa utilização, devido as substancias químicas pesadas presentes nos entorpecentes. O mesmo deve ser pensado para os motoristas que causam acidentes. Se somente com o uso das drogas legalizadas atualmente (tabaco e álcool) morreram mais de 280 mil pessoas em acidentes de trânsito no Brasil, imagine então se ocorresse a legalização desses produtos.
Outro problema é fazer acordos com outros países para criar tal lei. E isso, é um dos principais fatores, pois imagine se o Brasil legaliza o uso, mas a Colômbia não. A droga consumida seria e é de fato fonte de lucro para os traficantes continuarem matando policiais e civis inocentes na Colômbia e outros países onde não se tem interesse em legalizá-las.
É preciso notar que leis não existem apenas a partir de uma necessidade. É preciso fazê-las funcionar sem furos no sistema e com praticidade. Infelizmente o nosso país é fortemente sujeito a ter um número alto de dependentes de drogas por condições de miséria e falta de instrução. Por isso torna-se inviável a aprovação de uma lei como esta, antes de uma grande mudança no sistema.