O dia 3 de outubro foi marcado pelo processo eleitoral no Brasil. Os 138 milhões de brasileiros aptos a votar nas eleições deste domingo escolheram até seis candidatos. Estavam em disputa os cargos de deputado estadual (ou distrital, no caso do Distrito Federal), federal, dois de senador, governador e presidente.
Visando observar a repercussão mundial do acontecimento, foram analisados jornais de todos os continentes do mundo, exceto a Antártida. Os periódicos escolhidos foram: The New York Times, dos Estados Unidos; El Pais, da Espanha; Clarin, da Argentina; The Japan Times, do Japão; Bussines Day, da África do Sul e The Australian da Austrália.
O jornal americano New York Times apresentou uma matéria grande, porém bastante superficial sobre o processo eleitoral no Brasil. O periódico mostra apenas os candidatos Dilma Rousseff e José Serra e nem cita a expressiva votação de Marina Silva do PV. Uma exposição interessante colocada no texto foi a da “onda das mulheres líderes”, exemplificando com Michelle Bachelet do Chile, Cristina Fernández de Kirchner da Argentina e a chanceler Angela Merkel da Alemanha. Dos jornais analisados, esse foi o único que expôs um histórico sobre alguns dos candidatos, apresentando Dilma, desde seu nascimento até os dias atuais.
O argentino Clarín, talvez pela proximidade, fez uma cobertura muito mais completa da eleição brasileira, abordando o antes, durante e depois do processo eleitoral. Na versão online do jornal, são utilizados complementos, como: podcasts, vídeos e fotos, buscando tornar a compreensão do tema mais fácil.
O periódico The Australian, da Australia, causou certa surpresa na análise. Apesar da distância geográfica, o jornal trouxe um texto bastante completo e que apresentava grande destaque na página de assuntos internacionais.
A impressão negativa ficou com os jornais The Japan Times e Bussiness Day, do Japão e da África do Sul respectivamente. Nenhum dos dois apresentou sequer uma nota sobre as eleições no Brasil. Analisando o arquivo dos sítios percebesse ainda que em nenhum momento houve uma abordagem enfocando a política brasileira.
O grande destaque da cobertura das eleições no exterior fica com o espanhol, El País. O jornal teve a melhor cobertura, dentre os veículos analisados. O site exibe diversas matérias que abordam as eleições brasileiras, apresentando ainda vários vídeos e fotos. A versão online do periódico espanhol da ainda a oportunidade da interação dos internautas, através da abertura de comentários abaixo das noticias. O texto principal que mostrava que iria ocorrer o segundo turno no Brasil, por exemplo, teve 128 comentários, um número bastante expressivo. O El Pais é o único a comentar as eleições para deputados citando a vitória de Romário, Bebeto e do payaso Tiririca. Além disso, é mencionada também a Lei da “Ficha Limpa”, que tenta impedir que políticos com condenação na justiça possam concorrer às eleições.
No geral, nota-se uma ampla atenção das grandes potencias mundiais com o processo eleitoral brasileiro. Todas as matérias, exceto a do The Australian, estavam destacadas na página inicial dos sites na noite do próprio dia 3. É possível perceber também que os periódicos analisados acreditam que o grande responsável pela possível vitória de Dilma, será o atual presidente Lula. Para perceber como muitas vezes “o sol no Brasil ainda é tampado com a peneira", vê-se uma atenção imensa dos jornais citando o escândalo da ex-Ministra da Casa-Civil Erenice Guerra, fato que no nosso país já foi esquecido há muito tempo pela imprensa. Por último, outro fator que mostra como os demais países estão começando a ver o Brasil com um olhar diferente é que três dos quatro jornais que pautaram as eleições mandaram correspondentes próprios para fazerem a cobertura apontando grande interesse pelo nosso processo eleitoral.
Visando observar a repercussão mundial do acontecimento, foram analisados jornais de todos os continentes do mundo, exceto a Antártida. Os periódicos escolhidos foram: The New York Times, dos Estados Unidos; El Pais, da Espanha; Clarin, da Argentina; The Japan Times, do Japão; Bussines Day, da África do Sul e The Australian da Austrália.
O jornal americano New York Times apresentou uma matéria grande, porém bastante superficial sobre o processo eleitoral no Brasil. O periódico mostra apenas os candidatos Dilma Rousseff e José Serra e nem cita a expressiva votação de Marina Silva do PV. Uma exposição interessante colocada no texto foi a da “onda das mulheres líderes”, exemplificando com Michelle Bachelet do Chile, Cristina Fernández de Kirchner da Argentina e a chanceler Angela Merkel da Alemanha. Dos jornais analisados, esse foi o único que expôs um histórico sobre alguns dos candidatos, apresentando Dilma, desde seu nascimento até os dias atuais.
O argentino Clarín, talvez pela proximidade, fez uma cobertura muito mais completa da eleição brasileira, abordando o antes, durante e depois do processo eleitoral. Na versão online do jornal, são utilizados complementos, como: podcasts, vídeos e fotos, buscando tornar a compreensão do tema mais fácil.
O periódico The Australian, da Australia, causou certa surpresa na análise. Apesar da distância geográfica, o jornal trouxe um texto bastante completo e que apresentava grande destaque na página de assuntos internacionais.
A impressão negativa ficou com os jornais The Japan Times e Bussiness Day, do Japão e da África do Sul respectivamente. Nenhum dos dois apresentou sequer uma nota sobre as eleições no Brasil. Analisando o arquivo dos sítios percebesse ainda que em nenhum momento houve uma abordagem enfocando a política brasileira.
O grande destaque da cobertura das eleições no exterior fica com o espanhol, El País. O jornal teve a melhor cobertura, dentre os veículos analisados. O site exibe diversas matérias que abordam as eleições brasileiras, apresentando ainda vários vídeos e fotos. A versão online do periódico espanhol da ainda a oportunidade da interação dos internautas, através da abertura de comentários abaixo das noticias. O texto principal que mostrava que iria ocorrer o segundo turno no Brasil, por exemplo, teve 128 comentários, um número bastante expressivo. O El Pais é o único a comentar as eleições para deputados citando a vitória de Romário, Bebeto e do payaso Tiririca. Além disso, é mencionada também a Lei da “Ficha Limpa”, que tenta impedir que políticos com condenação na justiça possam concorrer às eleições.
No geral, nota-se uma ampla atenção das grandes potencias mundiais com o processo eleitoral brasileiro. Todas as matérias, exceto a do The Australian, estavam destacadas na página inicial dos sites na noite do próprio dia 3. É possível perceber também que os periódicos analisados acreditam que o grande responsável pela possível vitória de Dilma, será o atual presidente Lula. Para perceber como muitas vezes “o sol no Brasil ainda é tampado com a peneira", vê-se uma atenção imensa dos jornais citando o escândalo da ex-Ministra da Casa-Civil Erenice Guerra, fato que no nosso país já foi esquecido há muito tempo pela imprensa. Por último, outro fator que mostra como os demais países estão começando a ver o Brasil com um olhar diferente é que três dos quatro jornais que pautaram as eleições mandaram correspondentes próprios para fazerem a cobertura apontando grande interesse pelo nosso processo eleitoral.